Pesquisa reafirma imprudência no trânsito

12/09/2017

O comportamento perigoso e descuidado dos motoristas brasileiros contribui diretamente para o aumento de acidentes com ou sem vítimas fatais no país. É o que diz a Arteris, empresa do setor concessões de rodovias do Brasil, que realizou uma pesquisa com o intuito de observar o comportamento dos condutores. O estudo é revelador principalmente no que diz respeito aos maus hábitos dos motoristas – a imprudência é enorme – e pode ajudar a encontrar soluções e estratégias que diminuam os riscos e provoquem mudanças comportamentais no trânsito, reduzindo as mortes e colisões.

Para realizar a pesquisa, foram sete dias de observação no trecho da autopista Régis Bittencourt, principal ligação da região Sul com o resto do país, onde normalmente passam mais de 80 mil veículos por dia. Com a ajuda de sensores em diversos pontos da pista, foi possível registrar o trajeto dos condutores.

Por mais que o uso do celular no trânsito seja passível de multa, os motoristas ainda mantêm essa prática. Cerca de 1,19% dos condutores foi visto com o celular nas mãos enquanto dirigia. Essa imprudência está ligada à origem de uma série de acidentes, dentro e fora do Brasil: o motorista, ao olhar para a tela do aparelho, acaba perdendo o controle do carro ou batendo de frente.

Outros dados coletados pela pesquisa indicam que 15,9% dos motoristas ignora a recomendação do Código de Trânsito Brasileiro de manter uma distância mínima segura entre os veículos. No caso de um freio brusco, o motorista que vem atrás tem tempo de frear sem acidentes, quando respeita essa margem. Já o excesso de velocidade é prática comum a 29,6% dos condutores pesquisados.

Problemas com o uso da seta também foram identificados: 57,5% dos condutores foram flagrados mudando de faixa sem sinalizar. A manobra, além de criar um aborrecimento no trânsito, é uma infração grave e impede que os demais motoristas possam tomar medidas preventivas para evitar, por exemplo, colisões laterais e traseiras.

Imprudência maior: ignorar o cinto de segurança

O uso do cinto de segurança de maneira habitual ainda não é respeitado, por incrível que pareça. Mesmo sendo obrigatório desde 1998 para motorista e “carona”, o cinto é ignorado por 1% dos condutores e por 48% dos passageiros no banco traseiro. Muitas vidas são salvas graças a esse dispositivo, que tem o objetivo de proteger a pessoa no seu assento. Em casos de colisão onde o motorista ou passageiro é projetado para fora do carro ou para frente, o cinto é um acessório indispensável que reduz pela metade os ferimentos fatais.

Se você é um motorista consciente, que respeita a legislação, usa os dispositivos de segurança, faz revisão periódica e está atento ao seu entorno quando dirige, certamente não se enquadra nos números negativos dessa pesquisa. Além disso, também sabe que um bom seguro integra a política de segurança para quem se aventura pelas ruas, avenidas e estradas do Brasil. E as melhores apólices são as da Premier Seguros, que cobre qualquer oferta, graças a nossa experiência de mercado, credibilidade e bom relacionamento com as mais importantes seguradoras do País.

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